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Curiosidades

Porque Portugal e Espanha foram pioneiros nas grandes navegações

Portugal e Espanha, duas nações vizinhas na Península Ibérica, foram pioneiros nas grandes navegações dos séculos XV e XVI. Mas por que esses dois países foram os primeiros a se lançar ao mar em busca de novas terras e riquezas? Esta pergunta será o foco deste artigo.

1. Contexto Histórico

1.1. A Reconquista

A Reconquista teve um papel crucial no pioneirismo ibérico. Após séculos de luta contra os Mouros, os reinos cristãos de Portugal e Espanha emergiram como nações fortes e unificadas.

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‘Reconquista’ é o termo usado para descrever a longa campanha para retomar a Península Ibérica dos Mouros, que começou no século VIII e terminou em 1492 com a queda do último reino mouro de Granada.

1.2. A Crise dos Séculos XIV e XV

O fim da Reconquista coincidiu com uma crise econômica e social na Europa. A Peste Negra e a Guerra dos Cem Anos devastaram o continente, levando a uma necessidade de novas fontes de riqueza.

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2. Fatores Geográficos

2.1. Posição Geográfica

Portugal e Espanha estão localizados na extremidade ocidental da Europa, o que facilitou suas explorações oceânicas. Além disso, a proximidade com o Norte da África permitiu o contato com culturas navegadoras, como os Mouros e os Fenícios.

2.2. Condições Náuticas

Os portos portugueses e espanhóis, como Lisboa, Porto e Sevilha, possuem excelentes condições para a construção e o abrigo de navios, além de serem pontos de partida favoráveis para as navegações.

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3. Desenvolvimento Tecnológico

3.1. Avanços na Navegação

Os ibéricos desenvolveram tecnologias de navegação inovadoras. A caravela, um tipo de navio leve e rápido, e o astrolábio, um instrumento de navegação, foram fundamentais para suas explorações marítimas.

3.2. Cartografia

A cartografia também avançou significativamente durante este período. Mapas mais precisos e detalhados ajudaram os navegadores a planejar suas rotas e a evitar perigos.

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4. Motivações Econômicas

4.1. Busca por Especiarias

A busca por especiarias, como a pimenta e o cravo, foi uma das principais motivações para as grandes navegações. Estes produtos eram altamente valorizados na Europa e a rota marítima direta para as Índias permitiria contornar os intermediários.

4.2. A Descoberta de Metais Preciosos

A descoberta de metais preciosos nas Américas também incentivou as explorações. O ouro e a prata encontrados no Novo Mundo encheram os cofres de Portugal e Espanha.

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5. O Papel da Igreja

5.1. Missão Evangelizadora

A Igreja Católica teve um papel fundamental nas grandes navegações. Além da busca por riquezas, havia o objetivo de evangelizar os povos descobertos.

5.2. O Tratado de Tordesilhas

O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, dividiu o mundo não descoberto entre Portugal e Espanha. Este acordo foi mediado pelo Papa e demonstra a influência da Igreja na época.

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Conclusão

As grandes navegações foram um marco na história da humanidade. Portugal e Espanha, impulsionados por fatores históricos, geográficos, tecnológicos e econômicos, e com o apoio da Igreja, foram os pioneiros nesta era de descobertas. Suas explorações abriram o caminho para o mundo moderno como o conhecemos hoje.

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